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Sukhoi Su-27

31/08/2009

sukhoi_su_27_flanker_1CLIQUE NA FOTO E VEJA O VÍDEO

O Sukhoi Su-27 (Cy-27 no alfabeto cirílico) – (código NATO : Flanker) – é um caça Russo de longo alcance, de superioridade aérea e interceptação rápida.

A sua história começou no final da década de 1960.

Sob a influência das informações de espionagem sobre os caças soviéticos mais modernos Mig-21 e Mig-23, os Americanos começaram a desenvolver uma nova geração de aeronaves.

Desta competição, surgiram dois caças leves F-16 e F-18  e um interceptor pesado, o F-15 Eagle. Em resposta aos americanos, os soviéticos, em 1969, criaram um programa chamado PFI (Perspektivnyi Frontovoi Istrebitel), de que resultou o projecto do Yakovlev Yak-45, do Mig-29 e do Sukhoi Su-27.

O domínio dos Russos em materiais avançados, como o titânio, e o conhecimento do sistema de fly-by-wire, foram fundamentais para o desenvolvimento do Su-27, que fez seu primeiro voo em 20 de Maio de 1977 , no Instituto de Testes de Voo, em Zhukovki.

Existe uma versão naval deste caça – Su-27K Naval Flanker, também conhecida como Su-33, com asas dobráveis e capaz de operar a partir de porta-aviões.

Eurofighter Typhoon

27/06/2009

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O Eurofighter Typhoon é um caça com asa em forma de Delta, com grande alcance visual, destinado ao combate aéreo  e com capacidade de ataque à superfície. Tem capacidade de ‘super-cruzeiro’: mantendo velocidades acima de Mach 1 sem uso da câmara de combustão auxiliar, destinada a aumentar o empuxo de um motor a jacto, e foi concebido num projecto de quatro nações.

O avião é construído com compostos de fibra de carbono, e plástico de vidro reforçado, alumínio de liítio,  titânio alumínio. A Tecnologia Sealth inclui um radar frontal, sensores passivos e capacidade de super cruzeiro.

A configuração da asa em Delta é intencional permitindo uma aerodinâmica estável, dando um bom grau de agilidade (particularmente em velocidades supersónicas), assim como uma na capacidade de elevação. Os controlos do piloto sobre o avião fazem-se através de um sistema digital computorizado  fly-by-ware o qual dá ao avião estabilização artificial e boa elevação.

O Desenvolvimento do avião tem estado a cargo da Eurofighter GmbH, com sede em Munique, sendo completamente detida pela BAE Systems do Reino Unido, a Alenia Aeronautica de Itália e a EADS Alemã (ex- Daimler Chrysler) e a EADS Espanha (ex-CASA).

Foi assinado um contracto para a produção de 620 aviões em Janeiro de 1998, sendo 232 para o Reino Unido, 180 para a Alemanha, 121 para a Itália, e 87 para a Espanha. As encomendas iniciais eram de 140 aviões – Alemanha (44), Itália (29), Espanha (20) e Reino Unido (55). O primeiro cliente é a NATO Eurofighter e a Tornado Management Agency (NETMA), representando os quatro governos.

* NOTA SOBRE O FILME :
Mediastation produziu este filme promocional de acção para a Eurofighter- “ nothing comes close” que ganhou audiências e imensos prémios de prestígio. Este é um exemplo da capacidade de mostrar a qualidade de vídeo e efeitos especiais de Hollywood para os clientes da organização.
O filme foi realizado pelo director criativo premiado da Mediastation – Doug Fidler – e produzido pela associada Impact Image – especialistas em aviação e filmes de produção militar. As filmagens ao vivo foram realizadas em Alta definição, em deferimento dos 35 mm e com a incorporação de mais de 1000 efeitos especiais.

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Clique no avião e veja o website oficial da Eurofighter

Rafale

26/06/2009
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Após a desistência do projecto Eurofighter/Typhoon, a França decidiu desenvolver sua própria aeronave para o próximo século. Desenvolvido a partir do ACX-ACT, uma aeronave de demonstração tecnológica construída pela Dassault nos anos 80, o Rafale teve o seu desenvolvimento mais rápido do que o Eurofighter EFA. Com a previsão de produção de três versões – Rafale C monolugar, Rafale B dois lugares e Rafale M para a Marinha Francesa – o Rafale será o caça padrão da ‘Armeé de L’Air’ no próximo século, substituindo os Mirage F1, Espessas Jaguar e os Mirage 2000 das versões mais antigas na Força Aérea Francesa e substituirá os F-8 Crusader e os Super Etendard da Marinha Francesa. O Rafale é um caça bimotor com comandos Fly-by-Wire e asas em delta e canards, possuindo grande manobrabilidade. O piloto dispõe de um HUD (Head Up Display) grande angular holográfico, três visores multifunção de cristal líquido (LCD) e no caso de ejecção, o piloto conta com um assento ejectável Martin-Baker Mark 16 zero-zero, inclinado 29 graus para reduzir a carga G para o piloto durante manobras bruscas, como num dogfght. O radar do Rafale é o RBE2 produzido pela Thomsom-CSF. Trata-se de um radar com antena de abertura sintética que actua em dois planos, capaz de operar em diversos modos e acompanhar 40 alvos simultaneamente, escolher oito prioritários e disparar contra os quatro que ofereçam mais perigo. O Rafale conta com um sistema passivo optrónico infravermelho e eletro-óptico com alcance de até 70 quilómetros, possibilitando que o Rafale vasculhe os céus em busca dos inimigos sem ser detectado por emissões activas como as do radar. O sistema defensivo do Rafale concentra-se no SPECTRA, uma suite de sistema defensivos que inclui sensores capazes de acusar emissões de laser e de radiação electromagnética, lançadores de chaff e de flares, interferidores electrónicos para pesquisar sistemas inimigos e detectores de lançamento de mísseis guiados por infravermelhos. O Rafale possui discretas características stealth, como o posicionamento das tomadas de ar dos motores, pintura e componentes da células que ajudam a absorver as emissões dos radares e revestimento interno do cockpit com folha de ouro. O Rafale M, que será destinado à Marinha Francesa para operar no novo porta-aviões nuclear Charles de Gaulle, difere da aeronave destinada a Armeé de L’Air por possui o trem de pouso reforçado num acréscimo de cerca de 750 kg. A característica mais curiosa dessa versão é o seu próprio trem de pouso, com amortecedores de longo curso para absorver impactos de até 6,5 m/s durante as aterragens e a capacidade do amortecedor do trem dianteiro comprimir-se durante a corrida de descolagem para quando deixar a catapulta, o amortecedor, num golpe súbito, volta à sua extensão máxima, empurrando o nariz do avião para cima.

Rafale, multi-role combat aircraft

Crew 1 / 2
Propulsion 2 Turbofan Engines
Engine Model SNECMA
M88-2
Engine Power (each)
dry/with Afterburner
48,7 / 72,9 kN 10948 / 16389 lbf
Speed 2.124 km/h 1.147 kts
Service Ceiling 16.764 m 55.000 ft
Range 3.704 km 2.000 nm
Empty Weight 9.060 kg 19.974 lbs
max. Takeoff Weight 22.500 kg 49.604 lbs
Wing Span 10,80 m 35,4 ft
Wing Area 45,7 m² 492 ft²
Length 15,30 m 50,2 ft
Height 5,34 m 17,5 ft
First Flight 04.07.1986
Production Status in production
Data for (Version) Dassault Rafale C

La Patrouille de France

21/06/2009

PdeFrance

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A “Patrouille de France” – esquadrilha de acrobacia aérea da Força Aérea Francesa (Armée de l’air) reorganizada em 1953 e uma das mais antigas esquadrilhas militares de acrobacia a tempo inteiro.

Em 1981 começaram a utilizar o novo Alpha Jet , que é um avião de treino/ataque com duplo motor. A pintura dos aviões corresponde às cores da bandeira Francesa.

A esquadrilha acrobática Patrouille de France tem a sua base principal em Salon de Provence – França, e é constituída por oito Alpha Jets (em 1981 apenas com sete) com dois aviões sobressalentes.

O Dassault-Breguet/Dornier Alpha Jet é uma aeronave fabricada para o mundo pelo consórcio Franco-Alemão.

Trata-se de um avião de 2 lugares, para treino e ataque ligeiro e de reconhecimento.

Patruille Suisse

13/05/2009

P.SWISS

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Fundada em 1964 a “Patrouille Suisse” é a esquadrilha oficial de aviões a jacto de acrobacia da Força Aérea, considerada como sendo um cartão-de-visita da Suíça, dentro e fora do país.

O seu lema é a precisão, a prontidão e a operacionalidade da Força Aérea Suíça em cada exibição da sua esquadrilha acrobática. Uma perspectiva envolvente do fascínio de formação de voo, no sentido de motivar os jovens para novos empregos em torno da aviação. Todos os membros do Patrouille Suisse, constituída por pilotos militares profissionais, controladora de tráfego aéreo ou gerentes de skyguide fazem parte desta tarefa adicional, somente durante a temporada. A equipe técnica é extremamente confiável, servindo desde sempre a instituição.

A apresentação de cada exibição acrobática dura cerca de 18 minutos, sempre controlada pelo comandante da Patrouille Suisse e todas as manobras são monitorizadas a partir do solo, reconhecendo-se a prioridade absoluta à segurança de voo.

Freece Tricolori

09/05/2009

Frecce Tricolori wp

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A acrobacia aérea militar italiana, como grupo, começou em Campoformido, terra do primeiro Asa, no final de 1920. O comandante de esquadra, Coronel Rino Corso Fougier, foi pioneiro na acrobacia aérea de grupo, a voar em Itália. Conseguiu convencer o pessoal da antiga Royal Air Force sobre a maior eficiência em combate de um piloto militar se este conseguisse dominar completamente a sua aeronave e conhecesse profundamente todos os seus procedimentos, reagindo prontamente a qualquer imprevisto, com maior sensibilidade e total controlo em performance de voo.

Desde então, muitos pilotos de combate se inscreveram para treinos em esquadrilhas de demonstração, vindo posteriormente a fazer parte em esquadrilhas acrobáticas com exibições no continente Italiano e no estrangeiro.

A Força Aérea Italiana decidiu apostar em vária equipes de voo acrobático para seleccionar uma esquadrilha maravilha: muitos dos que fizeram parte destes asas, ainda são tratados pelos nicks criados, tais como: “cavalo rompante”, “trovão a Jacto”, “diabo vermelho” e “lanceiro negro”, nomes que se tornaram numa lenda.

Em 1961, o Estado Maior da Força Aérea decidiu a formação de uma única esquadrilha composta pelos melhores homens disponíveis. A esquadrilha acrobática 313 – “Frecce Tricolori” – (setas com três cores) acabava de ser criada em Rivolto – Fruli, na região de Veneza, sob a liderança do Major Mário Squarcina.

Hoje, a esquadrilha é composta por nove aeronaves e uma sobressalente, sendo a maior esquadrilha acrobática actual do mundo, também considerada uma das mais prestigiadas.

Desde o início da sua formação que a Frecce Tricolori tem sido aclamada pelo povo de Friuli, como fazendo parte do seu próprio mundo. Esta gente ainda sente vivo, o orgulho do sucesso da esquadrilha, oferecendo sem hesitação, o seu incondicional apoio.

Thunderbirds

05/05/2009

Thunderbirds

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Em 1947, quando a era do jacto ainda se encontrava na sua infância, a aviação militar estava apostada no futuro com a criação da Força Aérea dos EUA como serviço separado. Apenas seis anos mais tarde, em25 de Maio de 1953, a esquadrilha oficial de acrobacia, designada por Unidade 3600 de acrobacia e era activada na Base da Força Aérea de Lucke, no Arizona.

O nome “Thunderbirds” foi quase de imediato adoptado pela unidade; influenciado em parte pela forte cultura e folclores Índios do Sudoeste dos Estados Unidos onde pertence a localidade de Luke. A lenda Ìndia fala da “ave trovão”com grande medo e respeito. Para muitos, tratava-se de uma águia gigante…já outros, visionavam ser um falcão. Quando elevada nos céus, a terra termia com o ruído provocado pelo bater das suas enormes asas. Dos seus olhos brotavam raios de luz. Diz a lenda que na natureza nada se atrevia a desafiar a ave trovão, e nenhum ser humano era capaz de enfrentar o seu poder. A história da “ave trovão” era respeitada, e passada pela palavra através de gerações, até que por fim, atingiu a imortalidade de uma lenda!

Não podia ter sido escolhido um nome mais apropriado, e é com a mesma presença de comando que os Thunderbirds se elevam nos céus.

first flightClique na foto e veja o vídeo de baptismo de voo da Ilin Chen, num avião da esquadrilha dos thunderbirds, pilotado pelo n.º 8 – Major  Trad Clark!